Belmiro de Azevedo 1938-2017. As frases dele que não esqueceremos

 In U.S.
Os pais
“A capacidade intelectual da minha mãe e as suas qualidades de trabalho eram superiores. Gostava muito do meu pai, mas ele gostava mais de jogar as cartas, de ir às romarias, de ter uns derriços”
In Biografia “Belmiro – História de uma vida”, 2001

O padrinho
“O meu padrinho é uma das minhas referências (…) Era singularmente honesto, incorruptível”
Biografia “Belmiro – História de uma vida”, 2001

A mulher
“Casei-me em 1963 com uma mulher fantástica”
Expresso, 1999

O filho Paulo, que o sucedeu na Sonae
“Foi desenhado por mim. Fez a mesma carreira em ziguezague, mas tem vantagens sobre mim, desde logo porque fala fluentemente quatro línguas estrangeiras”
Visão, 2007

Os estudos
“Costumo afirmar que gostaria que fossemos todos viciados em aprender e maníacos da perfeição. Isto faz parte da minha filosofia de vida há muito tempo”
Marketing e Publicidade 1986

“Se eu não me atualizar constantemente, passam-me para trás”
Visão, 1997

“Não fui um marrão nem tinha tempo para o ser. Cheguei a dar 10 horas de explicações por dia”

“Sou obsessivo quanto ao conhecimento”

“Há uma coisa que recomendo a todos os estudantes, sobretudo de matemática: nunca passar à frente sem ter percebido tudo. Ganha-se eficiência e confiança”
Expresso, 1999

“O conhecimento é hoje a vantagem competitiva fundamental”
Biografia “Belmiro – História de uma vida”, 2001

A universidade
“Os docentes universitários deveriam passar por uma espécie de serviço militar no sector privado, em que o tempo contaria a dobrar, como acontecia aos militares que no antigo regime iam para Angola”
Expresso, 2007

A gestão
“Gerir em tempos de turbulência é principalmente saber gerir o timing da inovação e, em particular, da inovação tecnológica”
Clube de Negócios

“As modas da gestão leio-as todas. Nunca segui nenhuma, mas aprendi muito com elas”
Biografia “Belmiro – História de uma vida”, 2001

“A gestão nada tem de misterioso. É uma arte simples que se reduz a bom senso mais formação mais boa informação. E, sobretudo, o que conta é o bom senso”
Expresso, 1985

“Defendo a gestão participativa e procuro aplicá-la nas nossas empresas. Não é tanto por definição tática, mas no sentido de aproveitar ao máximo as capacidades de todos, mantendo-lhes um estímulo que é essencial para o bom rendimento. Eu acredito que só se pode participar em objetivos quando se colaborou na sua definição”
Marketing e Publicidade, 1986

“Isto tem muito a ver com a minha formação desportiva: ganhar, perder, receber e dar caneladas”
Semanário Económico, 1987

Empreendedorismo
“Um empreendedor é uma pessoa que nunca acredita na derrota. É uma pessoa que tem o vício de fazer coisas que nunca ninguém fez antes e faz isso um pouco por intuição, por ambição e por inspiração”
Diário Económico, 2009

A Sonae
“A Sonae gosta de projetos inovadores”
Expresso, 1991

“Podemos ser agressivos uns com os outros na Sonae. Quando se é polido em excesso, corre-se o risco de a mensagem não passar como deve. Um grau correto de pressão é importante. Não conheço ninguém que tenha batido recordes no treino”
Finantial Times, 1994

“A Sonae é uma espécie de escola prática de negócios. Orgulho-me de ser o professor de muitos alunos dessa escola. Isso dá-me tanto gozo como criar riqueza e transformar oportunidades em bons negócios”
Visão, 1999

“Portugal já é demasiado pequeno para a Sonae”,

“Temos de nos assegurar que não entramos em negócios corruptos”
Visão, 2001

“Faz parte dos valores e da cultura da Sonae ser independente. É proibido ser subserviente”
Semanário Económico, 2004

“(…), tanto eu como a Sonae comportamo-nos sempre não tanto como contra poder, mas como não próximos do poder. É bom para a democracia e para o funcionamento do governo que os empresários sejam independentes e discordem”
Público, 2005

“Na Sonae, temos feito uma gestão de quadros superiores em ziguezague (…) É preciso criar alguma inquietude porque as pessoas têm de provar com frequência o seu direito ao lugar”
Expresso, 2007

“(A Sonae) sempre perdeu nos negócios que dependiam do Estado português”
Apresentação de contas da Sonae, 2007

“Em 1985, a Sonae liderou a Bolsa. Daí para a frente, tudo aquilo que fizemos fomos obrigados a desfazer, no Totta, no BPA, na Portucel, na PT”

“A sucessão da Sonae foi a mais bem preparada que houve em Portugal”
Público, 2013

O dinheiro
“A posse de dinheiro cria a obrigação de o investir bem, de criar emprego. Eu sinto-me um feitor, um curador desse dinheiro. Além disso, não sendo parvo, eu tenho a noção clara de que esse dinheiro não vai comigo para mais sítio nenhum e que, às vezes, até complica, criando problemas de sucessão”

“Eu não sou nada sovina. Não ponho qualquer limitação a gastar dinheiro numa coisa que, do meu ponto de vista, faça sentido e seja necessária”

“Compro os sapatos há 30 anos no mesmo sítio, pelo telefone, e cinco ou seis pares de cada vez para não perder muito tempo”
Expresso, 1999

“Nunca me senti pobre e também não me sinto nada rico. São riquezas contabilísticas porque eu vivo do meu salário, não preciso de mais do que isso”
Diário Económico, 2005

“Quem não tem dinheiro não tem vícios”
Público, 2008

“A independência económica e financeira é fundamental para as pessoas não terem constrangimentos exteriores, de forma a evitarem dizer o que deve ser dito”
Expresso, 2008

A liderança
“A função natural de um líder é criar líderes que, pela lei da vida, devem ser potencialmente melhores”
Jornal de Negócios, 2009

Trabalho
“Não acredito no futuro sem trabalho”
Visão, 1999

“Os salários só podem aumentar quando um trabalhador português fizer igual a um alemão ou inglês”
TSF, 2014

“Se não for a mão-de-obra barata, não há emprego para ninguém”
Clube dos Pensadores, 2014

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